domingo, 17 de junho de 2012

Crer em Deus


Crer em Deus é mais do que simplesmente acreditar que ele existe.
Não nos basta apenas dizer que cremos se não o vivenciarmos, se não seguirmos seus ensinos, suas Leis e principalmente o seu amor.
Crer em Deus é bem mais do que pedir socorro nas horas de aflição e dificuldades. Procurá-lo quando pensamos que não há mais saída para nossos problemas e que este é o momento em que Ele tem de nos mostrar que vale a pena crer em Deus.
Fazer tudo errado, a maneira de nossas escolhas, muitas vezes precipitadas e após isso culpa-lo pelos frutos amargos que colhemos, ou nos revoltarmos contra Ele pelos castigos e dificuldades, pensamos, nos proporciona.
Crer em Deus é muito mais do que fazer uma oração decorada, onde nem mesmo sentimos as palavras, pois nosso intento mesmo é pedir, pedir muito além do que merecemos, mas que achamos que, por ser bondoso como o é, tem a obrigação de satisfazer todos os nossos desejos, por mais absurdos que pareçam, mas que temos a pretensão ser isso para a nossa felicidade.
Não reconhecemos Deus nas pequenas coisas, a simplicidade não faz parte desse mundo de interesses, futilidades, orgulho, preconceito...
Onde o que mais vale é a aparência, o ter, a situação social e financeira, onde o humilde e o simples vivem somente para serem humilhados, de chacotas, de abusos de toda a sorte.
Esta situação que nos coloca como sendo o homem mais importante que a Divindade, onde o material se torna mais valioso que o espiritual. Onde a superficialidade está acima de nosso caráter verdadeiro e assim vivemos, na ilusão do Crer em Deus.
Precisamos urgentemente nos reformar, nos despojar destes conceitos errôneos, afastar-nos das condutas materialistas e impositivas, para podermos viver em Deus.
Temos a necessidade de refletir sobre o verdadeiro sentimento cristão que nos ensina a nos desapegar da matéria e viver para Deus, para as coisas espirituais, visando a vida futura, acreditando em Deus Pai, que nos aguarda para adentrarmos em Seu Reino.
 Crer em Deus é viver como verdadeiros cristãos, legítimos seguidores dos ensinos e exemplos do Cristo Jesus, que é até hoje e sempre será nosso maior ícone de Amor, Paz, simplicidade, humildade e vida.
Saibamos aproveitar Seu Evangelho passado por Jesus, para estudarmos a Sua Pedagogia de Amor e com entendimento correto, praticarmos em nossa vida tudo o que Ele tanto tentou ensinar e que somente como tempo é que passamos a compreender.
Isso é Crer em Deus, é saber usar de todos seus conselhos, ensinos que foram transmitidos pelos diversos emissários que vieram nos traduzir Sua Palavra para tornar a nós um melhor entendimento sobre tudo o que quer nos mostrar.
Temos hoje a oportunidade de nos tornarmos verdadeiros cristãos, temos o conhecimento, a verdade, a luz, saibamos então aproveitar os tempos chegados para a grande transformação que tanto se esperou acontecer.
Temos a chance de agora dizermos que Cremos em Deus, de verdade, de coração, com firmeza e convicção, plenos no que afirmamos e que aceitamos o Amor do Pai e podemos repartir desse amor para com os demais irmãos.
Crer em Deus!
Ele existe, nos ama e vela para que consigamos sempre trilhar pelo seu caminho reto, em busca de um lugar em Seu Reino.
Simplesmente o que temos de fazer...
Crer em Deus!

Miguel_@ngelo


Saber viver



Eu vejo o jovem falando em sair, festejar, ficar, beber, aproveitar.
Eu vejo o jovem se drogar, matar, roubar, delinqüir.
Cada vez mais novo, mais prematuro, mais inconseqüente.
Sai em grupos, forma tribos, quadrilhas; e arrastões são a meta em geral.
Impõe o medo, o terror, preocupa pais, família, amigos, não se liga a conselhos, nem recomendações.
Vive em perigo, no extremo, dizendo-se “o cara”.
Adrenalina é a desculpa usada para todo tipo de alteração que comete.
Mas e a educação? E a religião?
Ficam relegadas a segundo, terceiro ou quiçá a último plano, pois isso é coisa  “careta.”
Caretice que um indivíduo a mais ou menos dois mil e onze anos veio a pregar, ensinar e exemplificar. Doando-se em amor, humildade e caridade.
Ensinando-nos o que realmente é essencial neste viver, o que é preciso para entrar no Reino do Pai. Reino este de felicidade suprema, de sublimação e amor divino.
Meus jovens, toda felicidade na Terra é relativa e tudo o que fazemos hoje, todos atos de nossa inconseqüente postura serão cobrados de nós no amanhã, com certeza.
Ação e reação, causa e efeito, ou se melhor entenderes: Teu erro, tua dívida. Esta é a lei.
Aproveitemos a vida de uma maneira ponderada, regrada e sem exageros. Respeitando os limites de nosso corpo, respeitando o convívio em sociedade e principalmente, respeitando os outros indivíduos, que também tem os mesmos direitos à liberdade e a vida.
 
Miguel_@ngelo

terça-feira, 22 de maio de 2012

Paciência


Achei muito interesante este vídeo, por isso divido aqui com os irmãos e parabenizo a seu autor.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Confia Sempre ...

                    Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.
                    Ainda que os teus pés estejam sangrando,
                    segue para frente, erguendo-a
                    por luz celeste, acima de ti mesmo.
                    Crê e trabalha.
                    Esforça-te no bem e espera com  paciência.
                    Tudo passa e tudo se renova na Terra,
                    mas o que vem do céu permanecerá.
                    De todos os infelizes, os mais desditosos
                    são os que perderam a confiança
                    em Deus e em si mesmos, porque o maior
                    infortúnio é sofrer a privação
                    da fé e prosseguir vivendo.
                    Eleva, pois, o teu olhar e caminha.
                    Luta e serve. Aprende e adianta-te.
                    Brilha a alvorada além da noite.
                    Hoje, é possível que a tempestade te
                    amarfanhe o coração e te tormente
                    o ideal, aguilhoando-te com a aflição ou
                    ameaçando-te com a morte.
                    Não te esqueça, porém, de que amanhã
                    será outro dia !!!

                                               MEIMEI
                   
                    Página recebida pelo médium Chico Xavier

Parábola do Semeador

"O Evangelho Segundo o Espiritismo"

 Naquele dia, saindo Jesus de casa, assentou-se à borda do mar. E vieram para ele muita gente, de tal sorte que, entrando em uma barca, se assentou; e toda a gente estava em pé na ribeira. E lhes falou muitas coisas por parábola, dizendo: Eis aí que saiu o que semeia a semear. E quando semeava, uma parte das sementes caiu junto da estrada, e vieram as aves do céu, e comeram-na. Outra, porém, caiu em pedregulho, onde não tinha muita terra, e logo nasceu, porque não tinha altura de terra. Mas saindo o sol a queimou, e porque não tinha raiz, se secou. Outra igualmente caiu sobre os espinhos, e cresceram os espinhos, e estes a afogaram. Outra enfim caiu em boa terra, e dava fruto, havendo grãos que rendiam a cento por um, outros a sessenta, outros a trinta. O que tem ouvidos de ouvir, ouça. (Mateus, XIII: 1-9). Ouvi, pois, vós outros, a parábola do semeador. Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a entende, vem o mau e arrebata o que se semeou no seu coração; este é o que recebeu a semente junto da estrada. Mas o que recebeu a semente no pedregulho, este é o que ouve a palavra, e logo a recebe com gosto; porém, ele não tem em si raiz, antes é de pouca duração, e quando lhe sobrevém tribulação e perseguição por amor da palavra, logo se escandaliza. E o que recebeu a semente entre espinhos, este é o que ouve a palavra, porém os cuidados deste mundo e o engano das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutuosa. E o que recebeu a semente em boa terra, este é o que ouve a palavra e a entende, e dá fruto, e assim um dá cento, e outro sessenta, e outro trinta por um. (Mateus, XIII: 18-23).

Comentários de Allan Kardec

 A parábola da semente representa perfeitamente as diversas maneiras pelas quais podemos aproveitar os ensinamentos do Evangelho. Quantas pessoas há, na verdade, para as quais eles não passam de letra morta, que, à semelhança das sementes caídas nas pedras, não produzem nenhum fruto!
Outra aplicação, não menos justa, é a que se pode fazer às diferentes categorias de espíritas. Não nos oferece o símbolo dos que se apegam apenas aos fenômenos materiais, não tirando dos mesmos nenhuma conseqüência, pois que neles só vêem um objeto de curiosidade? Dos que só procuram o brilho das comunicações espíritas, interessando-se apenas enquanto satisfazem-lhes a imaginação, mas que, após ouvi-las, continuam frios e indiferentes como antes? Que acham muito bons os conselhos, e os admiram, mas para aplicá-los aos outros e não a si mesmos. E aqueles, finalmente, para os quais essas instruções são como as sementes que caíram na boa terra e produzem frutos.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

OS DRUÍDAS

Druidas (e druidesas)
 Eram pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, jurídicas e filosóficas dentro da sociedade celta. Embora não haja consenso entre os estudiosos sobre a origem etimológica da palavra, druida parece provir de oak (carvalho) e wid (raiz indo-europeia que significa saber). Assim, druida significaria aquele(a) que tem o conhecimento do carvalho. O carvalho, nesta acepção, por ser uma das mais antigas e destacadas árvores de uma floresta, representa simbolicamente todas as demais. Ou seja, quem tem o conhecimento do carvalho possui o saber de todas as árvores. 
 Druidismo 
 A visão tradicional mostra os druidas como sacerdotes, mas isso na verdade não é comprovado pelos textos clássicos, que os apresentam na qualidade de filósofos (embora presidissem cerimônias religiosas, o que pode soar conflitante). Se levarmos em conta que o druidismo era uma religião natural, da terra baseada no animismo, e não uma religião revelada (como o Islamismo ou o Cristianismo), os druidas assumem então o papel de diretores espirituais do ritual, conduzindo a realização dos ritos, e não de mediadores entre os deuses e o homem. Ao contrário da ideia corrente no mundo pós-Iluminismo sobre a linearidade da vida (nascemos, envelhecemos e morremos), no druidismo como entre outras culturas da Antiguidade, a vida é um círculo ou uma espiral. O druidismo procurava buscar o equilíbrio, ligando a vida pessoal à fonte espiritual presente na Natureza, e dessa forma reconhecia oito períodos ao longo do ano sendo quatro solares (masculinos) e quatro lunares (femininos), marcados por cerimônias religiosas especiais. A sabedoria druídica era composta de um vasto número de versos aprendidos de cor e conta-se que eram necessários cerca de 20 anos para que se completasse o ciclo de estudos dos aspirantes a druidas. Pode ter havido um centro de ensino druídico na ilha de Anglesey (Ynis Mon, em galês), mas nada se sabe sobre o que era ensinado ali. De sua literatura oral (cânticos sagrados, fórmulas mágicas e encantamentos) nada restou, sequer em tradução. Mesmo as lendas consideradas druídicas chegaram até nós através do prisma da interpretação cristã, o que torna difícil determinar o sentido original das mesmas. As tradições que ainda existem do que poderiam ter sido suas práticas religiosas foram conservadas no meio rural e incluem a observância do Halloween (Samhaim), rituais de colheita, plantas e animais que trazem boa ou má sorte e coisas do gênero. Todavia, mesmo tais tradições podem ter sido influenciadas pela cultura de povos vizinhos. 
 Arqueologia 
 Evidências de Canibalismo e sacrifícios humanos no druidismo. Os trabalhos de arqueologia da professora Miranda Aldhouse-Green da Universidade de Cardiff confirmam os ditos dos autores clássicos e demonstram a participação crucial dos druidas na realização de sacrifícios humanos e canibalismo. Segundo os arqueólogos há evidencias que possivelmente os druidas cometiam canibalismo e rituais de sacrifícios humanos, como afirmavam os historiadores romanos. Depois do primeiro século da era cristã, recém chegados da Grã-Bretanha, os romanos trouxeram notícias com histórias horríveis sobre os sacerdotes celtas, que se espalhou por toda a Europa durante um período de 2000 anos. Júlio César afirmava que os druidas sacrificavam presos e prisioneiros aos deuses e até mesmo os inocentes. Plínio, o velho, sugeriu que os celtas praticavam o canibalismo como ritual, comiam carne de seus inimigos como uma fonte de força espiritual e física. 
 Os estudos 
 De acordo com estudo do cadáver de um homem encontrado pelos arqueólogos, encontrava-se este com a cabeça violentamente esmagada e seu pescoço havia sido estrangulado e quebrado. Segundo a arqueólogo Miranda, o cadáver tinha uma corda estrangulando o pescoço, e no mesmo instante a garganta foi cortada, que causaria um enorme fluxo de sangue. Uma outra evidência favorável à um possível sacrifício, eram os grãos de pólen de visco encontrados no interior dos intestinos. Essa planta era sagrada pelos druidas. A idade deste cadáver é datada do ano 60 d.C, coincidindo com a nova ofensiva romana na ilha da Grã-Bretanha. Sacrifícios em massa Terríveis indícios vêm também de uma caverna em Aveston, Inglaterra, onde no ano 2000 d.C foram encontrados cerca de 150 esqueletos de pessoas e que remota o tempo da conquista romana. Os druidas podem ter matado as vítimas, que apresentam indícios de golpes na divisão dos crânios em um único evento. Segundo os pesquisadores, a invasão romana intensificou o abate ritual pelos druidas. Divisões dos Druidas Existiam seis classes diferentes de druidas, cada um com sua função e especialização: Druida-Brithem Estes druidas eram considerados os juizes. Os celtas não possuíam suas leis escritas, somente os druidas brithem a conheciam teoricamente, assim essa classe de druidas tem por função percorrer as casas e as aldeias e assim resolver problemas e impasses que surgissem entre a população. Druidas-Filid Diziam ser alguns destes, descendentes direto dos deuses. Era a mais alta classe dos druidas, a sua função eram o contato direto com os deuses. O Lendário mago Merlin era um druida filid. Druida-Liang Estes eram os curandeiros ou médicos. Normalmente passavam mais de 20 anos em seus estudos antes de praticarem tal ofício, possuíam especializações entre si, usavam ervas em geral e praticavam cirurgias (como a de transplante de coração) entre outras. Druida-Scelaige Tinham como função apenas repetir a história dos celtas que lhe haviam sido contada por outros scelaige. (A escrita era proibida a não ser para rituais de religião). Estes funcionavam com um hard disk, memorizavam e repetiam tudo para que a história não fosse esquecida. As histórias trazidas pelos druidas senchas também juntavam às suas histórias. Druida-Sencha Ao contrário dos Scelaige, estes deveriam percorrer as terras celtas e compor outras novas histórias sobre o que estava ocorrendo, estas seriam repassadas aos scelaige que as decoraria. Druidas-Poetas Estes decoravam a história contada pelos druidas Scelaige, era preciso que druidas poetas as aprendesse e contassem ao povo. A principal função desta classe era manter a tradição celta viva.

segunda-feira, 5 de março de 2012

"Não se perturbe o teu coração. – Crê em Deus..."

O lar

Que as bençãos do Pai de Amor e Bondade sejam presentes na vida de cada um de nós. Que o Mestre Jesus consiga penetrar em nossos corações, t...